segunda-feira, 25 de abril de 2011
AVIVAMENTO JÁ!!!!
Temos que tomar o cuidado para que não aconteça exatamente isso com a igreja. Jesus nos mostrou o caminho de como se vive e não apenas como se celebra. Ambos os aspectos são necessários e ambos são bons. Contudo, o cotidiano não é sempre como o dia das núpcias, como qualquer casal poderá atestar. Se permitirmos que a igreja somente se apresente em trajes de domingo, ou seja, ofereça somente programas extraordinários, então começaremos a festejar semanalmente um casamento – e dessa maneira nos festejamos para fora do cotidiano. Os de fora terão uma impressão bizarra e passamos a ser pessoas que, por uma razão estranha qualquer, aparentemente repete, sempre no mesmo esquema, uma reedição de solenidades passadas há muito tempo. (Casas que transformam o mundo – pg 43).
A história de Gideão nos mostra como uma renovação pessoal pode desencadear um avivamento comunitário e este um movimento de libertação nacional. A partir de sua própria experiência, Gideão influenciou seus irmãos e companheiros e em nome de Deus venceram os midianitas e libertaram a nação do jugo opressor.
QUANDO NÃO HÁ AVIVAMENTO –
- Enquanto os filhos de Deus fazem o que é mau (v1). Enquanto o crente não tomar uma atitude de obediência e submissão à Palavra de Deus o avivamento não vem.
- Enquanto os filhos de Deus estão escondidos (2-5). Com os cristãos escondidos, com medo de declarar sua fé, inibidos a mostrar seus princípios e posturas, não pode haver avivamento.
- Enquanto os filhos de Deus não clamam ao Senhor (6-10). É mais do que uma oração, mas um espírito de clamor e de intercessão.
AVIMVENTOS SÃO OBRAS DA AÇÃO DE DEUS EM RESPOSTA AO CLAMOR DO SEU POVO (11.24)
É preciso destruir nossos ídolos particulares e edificar um altar no nosso coração a Deus (v26). Se você quer avivamento, destrua os deuses para quem você presta culto. Pode ser o dinheiro, posição social, o físico, saúde, esposa, filhos, o marido, a carreira, líderes, ideologias.
É preciso destruir os ídolos do lar (v32). Se você quer avivamento, é necessário derrubar as frentes de baal dentro de sua casa, os altares do ódio, da amargura, da falta de conciliação, a violência contra aqueles mais próximos a você.
CONCLUSÃO
Para haver vitória, a igreja precisa de muitos. Gideão venceu com apenas 300 homens. Gente sem medo de confessar sua fé, gente que testemunha com a vida os princípios dos evangelhos e que clama a Deus pelo seu povo. Gente que não busca glória para si mesmo nem se impressiona com exibições espirituais, mas deseja uma experiência profunda com Deus. Gente que não dá lugar aos ídolos no seu coração nem na sua casa. Se você tomar esta posição vai haver uma revolução espiritual em você, e isto pode gerar um avivamento na sua comunidade e, para a glória de Deus, repercutir na sociedade em que você vive.
(Trancrito)
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Creche Comunitária Nova Geração

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
Jesus Cristo o homem
Jesus veio a este mundo de forma totalmente natural, como qualquer homem.
Somente no livro de Lucas é descrita sua infância desde o nascimento.
Foi circuncidado como todo o judeu aos oito dias de vida (Lc 2.21) .
Nasceu na cidade de Belém da Judéia (+- 8 a 9 km de Jerusalém). Foi apresentado (consagrado) ao Senhor como manda a lei por ser o primogênito.
Recebeu presentes de alguns magos (a bíblia não fala sobre serem estes, reis - provavelmente astrólogos), trouxeram tres tipos de presente – ouro, incenso e mirra (três elementos, não três reis).
Pré-adolescência – Seus pais eram obedientes à lei que falavra das festas obrigatórias (Ex 23.15) e subiam todos os anos para celebração da Páscoa. Neste tempo eles moravam na Galiléia (Em Nazaré) distante 12 km de Jerusalém.
Idade adulta – Lucas fala do batismo de Jesus e só ele diz que Jesus orou e o Espírito Santo desceu sobre ele (Lc 3.21).
O inicio do Ministério – Lc 3.23 – Jesus tinha cerca de trinta anos de idade quando começou seu ministério.
Jesus cheio do Espírito Santo – Lc 4.1, depois do batismo, voltou do Jordão e foi levado pelo Espírito Santo ao deserto, onde durante quarenta dias foi tentado pelo Diabo. Não comeu nada durante esses dias e, ao fim deles teve fome.
(Um profeta sem honra) Jesus é rejeitado em Nazaré – Lc 4.24 -... Digo-lhes a verdade: Nenhum profeta é aceito em sua terra.
Mc 6.4 – Jesus lhes disse: “Só em sua própria terra, entre os seus parentes e em sua própria casa, é que um profeta não tem honra”. E não pôde fazer ali nenhum milagre, exceto impor as mãos sobre alguns doentes e curá-los. E ficou admirado com a incredulidade deles.
Sua família não acredita nele – Lc 8.19-21 – (21) Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam.
– Jo 6.5 – Pois nem os seus irmãos acreditavam nele.
Não era reconhecido e era acusado por muitos – Mt 12.25 – Jesus, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: “Todo reino divido contra si mesmo será arruinado, e toda cidade ou casa dividida contra si mesma não subsistirá.
Lc 3.21 – Quando seus familiares ouviram falar disse, saíram para trazê-lo à força, pois diziam: “Ele está fora de si”.
A escolha dos apóstolos – Lc 3.14 – Escolheu doze, designando-os apóstolos, para que estivessem com ele, os enviasse a pregar.
O treinamento dos doze consistia não somente em instrução e prática nas várias formas do ministério, mas também em convívio contínuo e comunhão íntima com o Ele próprio.
Enfrentou tudo e todos (como homem) – Lc 7.6 – Ele respondeu: “Bem profetizou Isaías acerca de vocês, hipócritas; como está escrito: “Este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. (7) Em vão me adoram; seus ensinamentos não passam de regras ensinadas por homens.
Pagou tributos – Mc 12.17 – Dêem a Cesar o que é de César e a Deus o que é de Deus.
Foi traído – Mt 26.23 – Afirmou Jesus: “Aquele que comeu comigo do mesmo prato há de me trair”
(Sl 41.9) Até o meu próprio amigo íntimo em quem eu tanto confiava, e que comia do meu pão , levantou contra mim o seu calcanhar.
Sofreu humilhação e foi morto – Mc 15.32-37.
JESUS O CRISTO SOBRENATURAL – Mc 16.6 – “Não tenham medo”, disse ele. “Vocês estão procurando Jesus, o Nazareno, que foi crucificado. Ele ressuscitou! Não está aqui. Vejam o lugar onde o haviam posto. Vão e digam aos discípulos dele e a Pedro: Ele está indo adiante de vocês para a Galiléia. Lá vocês o verão, como ele lhes disse”.
Esperar que o profético morra talvez seja tarde demais.
Jesus morreu uma vez e ressucitou para que tivessemos vida e vida com abundancia.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Chanucá - Jesus estava na festa (Jo 10.22)
Vamos
Por volta do ano de 200 a.C. os judeus viviam como um povo autônomo na terra de Israel, a qual, nessa época, era controlada pelo rei selêucida da Síria. O povo judeu pagava impostos à Síria e aceitava a autoridade dos selêucidas, sendo, em troca, livre para seguir sua própria fé e manter seu modo de vida.
Em 180 a.C. Antíoco IV Epifanes ascendeu ao trono selêucida. Braço remanescente do império grego, encontrou barreiras para sua dominação completa sobre o povo judeu, e o modo mais prático para resolver isso era dominar de vez a região de Israel (mais precisamente a Judéia, ao sul) impondo de maneira firme a cultura da Grécia sobre os judeus, eliminado, assim, aquilo que os unificava em qualquer lugar que estivessem: a Torá. O rei Antíoco ordenou que todos aqueles que estavam sob seu domínio (em específico Israel) abandonassem sua religião e seus costumes. No caso dos judeus, isso não funcionou, ao menos em parte. Muitos judeus, principalmente os mais ricos, aderiram ao helenismo (cultura grega) e ficaram odiados e conhecidos pelos judeus mais pobres como "helenizantes", uma vez que ficavam tentando fazer a cabeça do resto dos judeus para também seguirem a cultura grega. Antíoco queria transformar Jerusalém em uma "pólis" (cidade) grega, e conseguiu.
Em 167 a.C., após acabar com uma revolta dos judeus de Jerusalém, Antíoco ordenou a construção de um altar para Zeus erguido no Templo, fazendo sacrifícios de animais imundos (não kasher) sobre o altar, e proibiu a Torá de ser lida e praticada, sendo morto todo aquele que descumprisse tal ordem.
Na cidade de Modim (sul de Jerusalém), tem início uma ofensiva contra os greco-sírios, liderada por Matatias (Matitiahu) (um sacerdote judeu de família dos Hasmoneus) e seus cinco filhos João, Simão, Eliézer, Jonatas e Judas (Yehudá). Após a morte de Matatias, Yehudá toma à frente da batalha, com um pequeno exército formando em sua maioria por camponeses. Mesmo assim, os judeus lograram vencer o forte exército de Antíoco no ano 164 a.C, e libertaram Jerusalém, purificando o Templo Sagrado. Judas acabou conhecido como Judas Macabeu (Judas, o Martelo).
O festival de Chanucá foi instituído por Judas Macabeu e seus irmãos para celebrar esse evento. (Mac. 1 vers. 59). Após terem recuperado Jerusalém e o Templo, Judá ordenou que o Templo fosse limpo, que um novo altar fosse construído no lugar daquele que havia sido profanado e que novos objetos sagrados fossem feitos. Quando o fogo foi devidamente renovado sobre o altar e as lâmpadas dos candelabros foram acesas, a dedicação do altar foi celebrada por oito dias entre sacrifícios e músicas (Mac. 1 vers. 36).
Até aqui, viu-se a vitória do pequenino exército judeu, esse foi o primeiro milagre. O segundo milagre é mais sobrenatural e deu origem à festa de Chanuká. Após a purificação da Cidade Santa e da Casa de Deus, foi constatado que só havia um jarrinho de azeite puro no Templo com o selo intacto do Cohen Gadol (Sumo Sacerdote) para que as luzes da Menorá fossem acesas, e isso duraria apenas um dia, mas milagrosamente durou oito dias, tempo suficiente para que um novo azeite puro fosse produzido e levado ao templo para o seu devido fim conforme manda a Torá (Ex 27:20-21). A Judéia ficou independente até a chegada do domínio romano em 63 a.C. A festa é realizada no dia 25 de Kislev (cai normalmente em dezembro), data onde o Templo foi reedificado. É uma festa marcada pelo clima familiar e pela grande alegria. Encontramos os fragmentos históricos de Chanuká nos livros "apócrifos" (secretos) de I e II Macabeus e também em escritos talmúdicos. Os acontecimentos de Chanuká serviram para preparar o caminho do Messias. O mandamento principal de Chanuká hoje é o acendimento da Chanukia (Menorá - candelabro - de 9 braços). Oito braços são para lembrar o milagre dos oito dias em que a Menorá ficou acesa com azeite que era para ter durado apenas um dia! O outro braço, que é chamado de "shamash" - servente - é um braço auxiliar para o acendimento das outras velas. Segundo a tradição, somente ele (o shamash) pode ser usado para, se for o caso, iluminar a casa ou para outro fim, sendo que as outras velas só podem servir para o cumprimento do mandamento. A cada noite um nova vela é acrescentada até que se completem as nove. Outras tradições como brincar com o "sevivon" (pião) onde em cada lado dele estão escritas as iniciais da frase "nes gadol hayá sham" (um grande milagre aconteceu lá - em Israel) são válidas, e para quem está em Israel a última palavra da frase é "pó" (aqui). Também há o costume de servir alimentos como sonho com geléia (sufganyot) e panquecas de batata (latkes).
Um grande número de historiadores acreditam que a razão pelos oito dias de comemoração foi que o primeiro Chanucá foi de fato uma tardia comemoração do festival de Sucot, a Festa das Cabanas (Mac. x. 6 e i. 9). Durante a guerra os judeus não puderam celebrar Sucot propriamente. Sucot também dura oito dias, e foi uma festa na qual as lâmpadas tiveram um papel fundamental durante o período do Segundo Templo (Suc.v. 2-4). Luzes também eram acesas nos lares e o nome popular do festival era, portanto, segundo Flávio Josefo ([1] Antiguidades judaicas xii. 7, § 7, #323) o "Festival das Luzes" ("E daquela época até aqui nós celebramos esse festival, e o chamamos de Luzes"). Foi notado que os festivais judaicos estavam ligados à colheita das sete frutas bíblicas na qual Israel ficou famoso. Pessach é a comemoração da colheita da cevada, Shavuot do trigo, Sucot dos figos, tamareiras, romãs e uvas, e Chanucá das olivas. A colheita das olivas é em Novembro e o óleo de oliva ficaria pronto para o Chanucá em Dezembro.
Hanuchá
Uma celebração instituida há mais de 2000 anos por causa da vitória milagrosa sobre o exercito de
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

- Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro no Senhor, que andeis como é digno da vocação com que fostes chamados, com toda a humildade e mansidão, com longanimidade, suportando-vos uns aos outros em amor,procurando diligentemente guardar a unidade do Espírito no vínculo da paz.Há um só corpo e um só Espírito, como também fostes chamados em uma só esperança da vossa vocação;
A unidade é uma ordenança, uma prerrogativa inerente ao chamado cristão, fator indispensável à vida em comunhão ou seja sem ela não existe igreja de Cristo.
Uma reflexão para os nossos dias; como tem sido nossa comunhão com os membros da igreja?
domingo, 5 de dezembro de 2010
O TEMPO
Tudo tem a sua ocasião própria, e há tempo para todo propósito debaixo do céu.
Eclesiastes 3.1
Estamos chegando ao final do ano.
Mais um ano e tudo parece igual, é sempre a mesma coisa, mas uma coisa não é exatamente como era no ano passado; O TEMPO!
O tempo é exíguo (escasso diminuto). Estamos vivendo o final dos tempos e nem paramos para pensar. Não temos tempo para pensar no tempo porque nossas prioridades não estão no tempo. Nós vivemos tão preocupados com outras coisas e tudo o mais que esquecemos de que nosso tempo é limitado e que priorizamos o imediato.
A unidade da Igreja
Ef 4.3 – esforçando-vos diligentemente por preservar a unidade do Espírito no vinculo da paz. Há somente um corpo e um Espírito, como também fostes chamados numa só esperança da vossa vocação (chamamento dos herdeiros legítimos à sucessão aberta);
Nestes dias é mister que olhemos para o lado, para a unidade do corpo de Cristo (Igreja). Sem ela, nossos propósitos são desvios da ordenança que recebemos a fim de preservarmos a unidade do Espírito no vinculo da paz.
AGENDA –
Hanucá – 19 de dezembro
Tomara que os que estão ausentes voltem ao convívio da família o mais breve possível.
Abrçs
01.12.2010
